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A Saúde Suplementar Está Doente. Qual é a cura?
Athon Group Health Solutions aponta soluções para mudar um cenário que atinge 42 milhões de pessoas

Gestores de operadoras, de planos de saúde, de autogestão, de medicina de grupo, de seguradoras, de cooperativas, de empresas do setor, de pacientes e de profissionais podem juntos curar as principais doenças que acometem a saúde suplementar. O setor que passa por um momento de crise financeira e baixa qualidade na assistência médica por isso precisa que cada público receba cuidados especiais para evitar um colapso no mercado que atine 42 milhões de pessoas no Brasil.

A afirmativa é fruto da experiência de três médicos executivos com mais de 10 anos de atuação na área de gestão de saúde suplementar que fundaram, há seis meses, a ATHON GROUP HEALTH SOLUTIONS e já possuem clientes importantes em sua carteira como: Unimed Seguros, Sabesprev, Ampla Assistência Médica, Cryopraxis( Criobiologia para armazenamento de células tronco), Unibanco-AIG, Mediservice, Victory(Consultoria em planos de saúde), Hospital Ipiranga, Géia Consultoria e Corretora de Seguros e Proaxi Corretora de Saúde, entre outras.

Os custos altos, a utilização inadequada dos recursos tecnológicos, a falta de investimento em ações de prevenção, a ausência de um relacionamento médico-paciente efetivo que propicie uma boa adesão dos pacientes aos tratamentos são algumas das “doenças” que precisam ser curadas nesse setor”, afirma Fernando Fernandes, Diretor da Athon Group Health Solutions

Segundo ele, as dificuldades apontadas não são exclusividade do Brasil mas sim um fenômeno mundial que converge para um futuro incerto

                                   
CONHEÇA O CENÁRIO DE ALGUNS MOTIVOS QUE PROVOCAM  DESEQUILÍBRIO NA SAÚDE SUPLEMENTAR

ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO  
A população mundial está envelhecendo. Com o avanço da média de idade da população, há um aumento de pacientes portadores de doenças e condições crônicas (seqüelas de derrame, cardiopatas, asmáticos, diabéticos, hipertensos, etc).

Estes indivíduos, em geral, não realizam um acompanhamento adequado de suas doenças, o que repercute numa baixa adesividade ao tratamento recomendado pelo médico, em geral, de longo prazo.

Por conta desse comportamento, esses pacientes acabam utilizando de forma inadequada o plano de saúde, procurando apenas os serviços de urgência (pronto-socorros) para tratar as complicações ao invés de prevení-las. Por conta dessa atitude, parte dos médicos não consegue dar uma atenção individualizada a seus pacientes.

As empresas de saúde tem muito gastos com esses indivíduos.

NOVAS TECNOLOGIAS
As novas tecnologias diagnósticas e de tratamento vêm atingindo níveis muito altos de utilização. Os gastos não têm precedentes. Por conta disso, as operadoras de saúde (convênios) têm apresentado um custo operacional cada vez maior e, por conseqüência, têm dificuldade em atuar, preventivamente.

Todas essas despesas são repassadas para os pacientes.

DIFICULDADES FINANCEIRAS
Os reajustes que as empresas que contratam os planos de saúde vêm sofrendo tem preocupado o setor. Isso é decorrente de uma sinistralidade (relação entre custo de utilização do usuário junto à rede credenciada e a remuneração que ele paga por isto) que é cada vez mais alta.

O aumento nos planos de saúde onera o bolso do usuário e também as empresas que custeiam a saúde.


QUAL A CURA PARA A SAÚDE SUPLEMENTAR ?

“O mercado está ansioso por soluções. Nossa empresa que atua, especialmente, na área de gestão em saúde oferece consultoria e várias estratégias para enfrentar um cenário de grande desafio, que se não for socorrido, entrará em “coma”. Apontamos três pontos essenciais para curar as principais doenças do setor: conhecera carteira de alto risco para reduzir custos, implantar programas para essa população e fazer gestão interna do próprio plano.

Oferecemos isso por meio de nossos produtos que são: análise de risco e sinistro em saúde, acompanhamento médico de banco de dados, programas de prevenções: primária, secundária e terciária, além de medidas de desospitalização”, afirma Dr. Fernando Fernandes, Diretor da Athon Group Health Solutions.

Segundo ele, para implementar quaisquer medidas dessas é preciso, primeiramente, conhecer a situação de cada empresa. Após um diagnóstico situacional, são sugeridas ações estratégicas. Oferecemos ações para mudança no direcionamento da gestão até ações que envolvam diretamente médicos e pacientes.

 Com a implantação de apenas um de nossos produtos, a análise de informações de sinistro em saúde, por exemplo, podemos analisar os pacientes que mais utilizam recursos em saúde de uma carteira, aqueles que usam desordenadamente e até mesmo aqueles que não utilizam o plano. Identificando os pacientes de comportamento crônico e agindo sobre eles, garantimos que o plano reduza em até 40% os custos. Isso sem interferir na qualidade da assistência médica. Nós priorizamos muito esse aspecto”, ressalta.

 “A escassez de soluções de grande impacto custa caro a todos os envolvidos no sistema. A Athon Group foi criada com base nesta circunstância. Entre os motivos que impulsionam esse contexto estão: crises na macroeconomia e política, aumento da violência, aumento das pressões no trabalho e vida familiar, envelhecimento da população, absorção das novas tecnologias, entre outros aspectos”, afirma Ricardo Ramos, Diretor da Athon Group Health Solutions.

ATHON - Com apenas 6 meses de atuação, a Athon reúne  mais de 350 mil vidas analisadas em seu portifólio de clientes, provenientes de empresas que buscam promover ações estratégicas para o grande desafio que é reduzir custos, sem interferir na qualidade da assistência médica e incentivar a prevenção. “Esse tripé é o essencial para evitar o colapso no setor. No contexto desse mercado que movimenta R$ 38 bilhões (caderno de informação da ANS – março/06) e atende mais de 42 milhões de pessoas, é preciso socorrer o usuário que apostou nessas empresas a confiança de sua saúde”. Ressalta Dr. Fabiano Rosa, Diretor da Athon Group Health Solutions

“Para reduzir custos, sem perder a qualidade na assistência médica prestada, a  ATHON GROUP HEALTH SOLUTIONS  realça sobre a importância de ações preventivas. “Atualmente, apesar do conceito de prevenção ser muito conhecido e disseminado pela população, existe um fator social que dificulta a implementação de mudanças de hábitos pelos pacientes ou usuários. Precisamos insistir em campanhas de conscientização. Além da função médica, pretendemos atuar com educação em saúde para grupos populacionais. O cenário pede isso, sabemos que menos de 5% das empresas brasileiras realizam campanhas de prevenção”, afirma Dr. Fernando Fernandes.
 

Conheça as DICAS do Dr. Fabiano Rosa, Diretor da ATHON GROUP sobre como evitar os desperdícios com a saúde. Cada um fazendo sua parte, todos ganham.

DICAS PARA PACIENTES
-
Melhore seus hábitos de vida
- Tenha uma boa alimentação
- Faça consultas periódicas com seu médico de confiança
- Faça exames que seu médico solicitar
- Participe das campanhas de prevenção, caso tenha oportunidade

DICAS PARA EMPRESAS NA ÁREA DE SAÚDE
- Conheça a sua população assistida pelo plano de saúde
- Identifique, se possível, a população de risco e portadora de doenças crônicas.
- O investimento em medicina preventiva pode trazer grandes retornos
- Investir na qualidade de vida de seus funcionários aumenta o prazer pelo trabalho e reverte em maior produtividade

DICAS PARA OS MÉDICOS
- Seja criterioso na prescrição médica e na solicitação de exames
- Faça de sua consulta médica um bom meio de relacionamento com seu doente
- Um bom exame físico pode diagnosticar a maioria das doenças, evitando alguns desperdícios com exames subsidiários
- Entenda que tudo que for prescrito ou solicitado ao seu paciente (exames) tem um custo e alguém pagará esta conta.


CONHEÇA CASE DA ATHON

Em um Grupo de carteiras analisadas pela Athon Group, na qual a empresa  estratificou e identificou grupos populacionais por risco em saúde.
Para isso, utilizou um dos seus principais produtos, que é a Análise de Sinistro em Saúde e o Acompanhamento Prospectivo de Dados com base no trabalho realizado para 350 mil usuários do portifólio de clientes.


FOI DETECTADO:

  • Aproximadamente 5% da população estudada consome até 75% dos recursos totais em saúde.
  • Pouco mais de 2% da carteira é composta de indivíduos com mais de 71 anos, que representa a atual expectativa de vida do brasileiro, segundo o IBGE. Ou seja, há uma total desproporção de consumo dos recursos em saúde nestas populações, e esta é a realidade da saúde suplementar (não pública) no Brasil.
  • Separando-se os casos agudos e pontuais (acidentes, cirurgias de emergência e partos, por exemplo) encontra-se boa parte da população idosa entre os mais gastadores da carteira, demonstrando o caráter de utilização crônica do seu sistema de saúde, que carrega estreita relação com a portabilidade de doenças e condições crônicas.
  • Tal condição leva a uma prospecção financeira negativa, já que estes indivíduos tendem a gastar progressivamente mais devido às suas complicações clínicas.

 SOLUÇÃO:

  • Frente a este quadro, a seleta população considerada como “crônica” foi o alvo prioritário das ações médicas para controle adequado do paciente e sua doença.
  • Para reduzir o custo com esta população, a empresa sugeriu a implantação de programas de prevenção terciária, voltados a evitar que os pacientes tenham complicações de suas doenças de base, mantendo-os os mais estáveis possíveis. Para isso, sugeriu a realização de protocolos de atendimento médico já consagrados  na literatura científica específica (Medicina Baseada em Evidências). São elas: como o gerenciamento de condições crônicas, a monitorização à distância, o aconselhamento de saúde e a triagem clínica.
  • Outro nível de ações sugeridas pela Athon Group inclui alguns programas de assistência médica gerenciada, como a internação domiciliar, os procedimentos domiciliares de saúde e auditorias clínicas em pacientes de longa permanência hospitalar.

RESULTADOS:

Os resultados esperados podem ser divididos em três aspectos: clínico, satisfação do usuário e financeiro.

Os resultados clínicos são medidos ao longo do tempo e demonstram a performance dos próprios pacientes com os programas sugeridos, como a redução da pressão arterial e da glicemia (quantidade de açúcar no sangue) para os pacientes diabéticos. Na verdade, cada grupo de pacientes de um mesmo diagnóstico possui seus indicadores clínicos acompanhados regularmente.

A satisfação do usuário a um programa de promoção de saúde ou de prevenção de complicações clínicas de sua doença (prevenção terciária) é a melhor possível, pois estes pacientes recebem cuidados de equipe especializada em medicina preventiva com todo o cuidado que um doente crônico e sua dificuldade de aderência a tratamentos de longo prazo merecem.

Os resultados financeiros são conseqüentes a uma boa assistência médica que mantenha o paciente aderido ao seu tratamento, estável e sem complicações. Com isso, o usuário freqüentará de forma reduzida alguns recursos de muito fácil acesso e muitas vezes evitáveis, como o Pronto Socorro e outras instalações hospitalares, hoje tão caras para os planos de saúde. A redução esperada para estas soluções é bastante expressiva, podendo atingir até 35% do sinistro daqueles pacientes assistidos pelos programas.